terça-feira, 28 de janeiro de 2020

A distopia tecnológica e as necessidades primitivas.

..."O homem não precisa ir além das estrelas para encontrar um sentido para a sua vida, se crer nela como efêmera as estrelas já são suficientemente grandes"... Pensamento sobre leitura de nietzsche em 2020.


domingo, 19 de janeiro de 2020

PreKanvas:BrainStorm Sobre Serviços de Transporte publico(onibus)

Criar um sistema onde onibus/vã alternativos possam fazer um trajeto na faixa dos onibus.
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Criar um sistema de ruas alternativo/privado.
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quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Reflexões sobre a vida e a sociedade.

Daqui, deste mundo primitivo. Corremos em gaiolas como ratos em busca de um pedaço de pão doce, que nos de alguma alegria momentânea.Eu com minhas pilulas da felicidade, compradas em farmacias do meu bairro, junto as minhas forças para sair da cama e continuar uma trajetória. O fim da escravidão deu origem ao inicio do consumo, eramos escravos das necessidades mas hoje somos escravos do consumo, a escravidão das coisas materiais parace-nos uma sina inevitavel. Esse bicho produzido pelo universo de cheiros e delírios em que se suspendendo a ordem, que é inevitável, achamo-nos perdidos em um canavial de sentimentos.

Sentimentos que são, necessariamente o que nos move. O choro, as lagrimas, o prazer e a dor formam uma sinfonia que nos move a escolher: Ser alegre ou ser triste. Contemplar as maravilhas tecnológicas do sec. 21 ou chorar freneticamente no banheiro do escritório.

Prefiro ser alegre a ser triste, isso é escolha minha. Meu revés é parecer um bobo alegre ao ser surrado pelo seu carrasco: visivel ou invisivel. Ok, Deus é um dado inegavel. É impossivel pensar na ordem que exite por tras das impressões particulares e atribuir isso ao acaso dos cassinos.Mas e dai, estamos longe de Deus e do Diabo, e muito proximos do acaso, ao caos.

O caos das possibilidades trazem a morte inesperada das pessoas que amamos e que são boas, nos perguntamos como um gnostico: Se Deus é, porque mal existe?_Será que Deus realmente se importa conosco?!Será que não somos um produto experimental de um Deus que erra?

Por mais aparente que essas questões nos saltem aos olhos, ao ver a realidade como cavalos, isso tudo parece nada quando afastamos as viseiras e olhamos mais amplamente. O que temos é o hoje e os nossos valores, o amanhã nem existe ainda...podem ser, e creio que são algo nos planos de Deus. Mas entre eu e os planos de Deus existe uma dor que preciso correr dela, por instinto.Me parece que esse fugir da dor é uma ordem do proprio Deus, de modo que se eu não fugir dela outro, ao fugir me atropela.E eu não quero ser um idiota platonico vivendo apenas no mundo das ideias, pois se o pai de platão vivesse no mundo das ideias, platão provavelmente estaria morto nas mãos de algum predador do mundo material. Sim meus caros, o velho platão tinha uma divida com os homens de cheiro, gosto e instintos. Até o proprio verbo que se fez carne veio num mundo cheio de cheiors, gostos e instintos.

Sou católico, sou porque sei que embora duro e muitas vezes monotono, o catolicismo é a ancora da nossa civilização. E eu, se for barbaro, não suportaria a dor da minha consciencia. Se foi introduzida ou apenas apresentada e escolhida, não sei. Mas posso ser barbaro sendo civilizado, porém não posso ser civilizado sendo barbaro.

Complicado isso, mas é a vida.Prefiro ser alegre do que ser triste, contendo as perdas do que me parece mal, e a miséria que vem com o fim do capital, me parece um grande mal.Continuarei tomando meu rivotril, acatando as ordens do meu chefe e buscando ter uma mente milionária.Mesmo que para isso eu tenha que chorar no banheiro do meu escritório, quando for chamado de imbecil, talvez até por conta do meu rivotril.

"A vida não tem sentido."
Ok, isso eu ja sei!Mas o que vc me da para viver?!Se for lama, eu to fora, mesmo que por estética. Afinal, mesmo que por instinto eu prefiro ter comida a ter lama para comer.












sábado, 4 de janeiro de 2020

Desespero e o suicídio condicional.

O desespero, ou desesperança me acomete de uma maneira interessante. Gosto de investigar certos comportamentos sociais, isso me faz bem, porém noto que ao investigar esses comportamentos uma parte da minha mente inconsciente me leva a relaxar com o que é pecado para a igreja.

O primeiro sintoma é o relaxamento linguístico, que me leva ao confessionário comum e finalmente ao pecado mortal. O pecado mortal, de alguma forma me leva ao desespero perante aos males que me afligem, um deles é o desamparo na doença e no futuro.

De maneira que chego a conceber, por alguns dias, quando não dialogo com ninguém, a possibilidade do suicídio se essa condição de doença ou de velhice me acometer.Enquanto, quando estou dentro dos propósitos da igrejas, a minha vida parece ter mais valor para o outro, de forma que a minha doença serve como motivação no mundo emanente.

Isso é importante porque é difícil enxergar o transcendente na atualidade, como estamos no mundo e lançados na estética dele, buscar perspectivas no emanente é importante visto que o transcendente é tão vilipendiado e sua estética, da perspectiva ordinária, quase desaparece e é necessário um esforço muito maior para essa conexão.No mundo das tecnologias, acabamos subsistindo nas alegrias das mídias, que, em momentos de fragilidade existencial, é muito pouco para livrar alguém desse pensamento de suicídio condicional.