Resenha - "The Walking Dead, a ascensão do governador".
The Walking Dead “ A ascensão do governador”
Resumo da Obra :
O autor apresenta em sua obra, um universo extremamente diferente e apocalíptico. Seres humanos mortos perambulando pelas ruas, um dia habitadas. Muitas dúvidas e incertezas tomam conta do universo de walkin dead .
Em uma narrativa interessante o autor expõe em um plano de fundo interessante, pequenas cidades da Geórgia, narrando parte do estilo de vida social na região, bem como os aspectos climáticos do estado.
Neste livro de 361 páginas, é perceptível também os detalhes da área de Geórgia, aspectos da vegetação local, bem como o vestuário e comercio em determinadas áreas.
Resenha-Critica :
Obra : Livro, “the walking dead, a ascensão do governador.” Autor : Robert Kirkman e Jay Bonansinga. Nº de páginas: 361.
Nome : Rodrigo da Silva Cunha ; Rio de Janeiro, São Gonçalo – BR Maio/2013
Titulo da Resenha : Os Mortos-Vivos na Geórgia .
Os Mortos-Vivos na Geórgia.
No livro, o autor propõe algumas cenas de terror absoluto, como na cidade de Atlanta, onde milhares de mortos-vivos andam pelas ruas da grande metrópole sulista. Ou mesmo no início, quando os protagonistas da história invadem uma casa num condomínio de luxo. É gritante o sentimento de que o dinheiro ou posição social não podem salvado da praga. Um sentimento de “estamos no mesmo barco” é observado logo de início.
Também é notório o lado obscuro das pessoas, quando os personagens deparam-se com a família Chalmers. E em uma conversa eles entram em detalhes sobre gangs de motoqueiros que matam os sobreviventes, sem nenhum motivo aparente. Gosto também da descrição do estado da Geórgia, do clima subtropical, do aspecto rural da região tanto climático quanto social. Como estrangeiros e leitores do livro, consigo me ver imerso em uma cultura que não é minha, ao menos em vagas lembranças, de como era a região antes da praga apocalíptica ocorrer.
Na perspectiva humana e de convivo, é um livro um pouco pobre. Embora apresente alguns capítulos onde é demonstrado sentimentos, tudo é abafado com repentino terror, entrando bem na proposta do livro. Existe também cenas marcantes, como April e Phillip onde ela é violentada pelo rapaz. Ou quando David Morre por causa de uma doença pulmonar, e em seu “velório” transforma-se em um “mordedor” que quer devorar sua filha Tara*,ela é salva por phill que é condenado, mesmo que inconscientemente pela moça. Partes intrigantes que vagam entre o terror e os sentimentos de ética e moral também fazem parte do livro.
No entanto, falta um aspecto mais humano no livro. Embora existam alguns esboços de sentimento, fica uma atmosfera fria de sobrevivência, até mesmo entre a jovem Penny e seus provedores. Um elemento que deveria ser melhor trabalhado. Penny é o cento de toda a motivação da família Blacke , e os sentimentos de proteção são inexplorados, também falta ao livro uma narrativa que prenda o leitor, os fatos de zumbis, em um dado momento, tornam-se repetitivos e sem graça, bem como as ameaças que giram em torno de Zumbis e Bandidos.
É um bom livro para as horas de distração ou para substituir a TV nas horas de folga .
Nota: O conteúdo deste resenha é pessoal e não-cientifico .
Resumo da Obra :
O autor apresenta em sua obra, um universo extremamente diferente e apocalíptico. Seres humanos mortos perambulando pelas ruas, um dia habitadas. Muitas dúvidas e incertezas tomam conta do universo de walkin dead .
Em uma narrativa interessante o autor expõe em um plano de fundo interessante, pequenas cidades da Geórgia, narrando parte do estilo de vida social na região, bem como os aspectos climáticos do estado.
Neste livro de 361 páginas, é perceptível também os detalhes da área de Geórgia, aspectos da vegetação local, bem como o vestuário e comercio em determinadas áreas.
Resenha-Critica :
Obra : Livro, “the walking dead, a ascensão do governador.” Autor : Robert Kirkman e Jay Bonansinga. Nº de páginas: 361.
Nome : Rodrigo da Silva Cunha ; Rio de Janeiro, São Gonçalo – BR Maio/2013
Titulo da Resenha : Os Mortos-Vivos na Geórgia .
Os Mortos-Vivos na Geórgia.
No livro, o autor propõe algumas cenas de terror absoluto, como na cidade de Atlanta, onde milhares de mortos-vivos andam pelas ruas da grande metrópole sulista. Ou mesmo no início, quando os protagonistas da história invadem uma casa num condomínio de luxo. É gritante o sentimento de que o dinheiro ou posição social não podem salvado da praga. Um sentimento de “estamos no mesmo barco” é observado logo de início.
Também é notório o lado obscuro das pessoas, quando os personagens deparam-se com a família Chalmers. E em uma conversa eles entram em detalhes sobre gangs de motoqueiros que matam os sobreviventes, sem nenhum motivo aparente. Gosto também da descrição do estado da Geórgia, do clima subtropical, do aspecto rural da região tanto climático quanto social. Como estrangeiros e leitores do livro, consigo me ver imerso em uma cultura que não é minha, ao menos em vagas lembranças, de como era a região antes da praga apocalíptica ocorrer.
Na perspectiva humana e de convivo, é um livro um pouco pobre. Embora apresente alguns capítulos onde é demonstrado sentimentos, tudo é abafado com repentino terror, entrando bem na proposta do livro. Existe também cenas marcantes, como April e Phillip onde ela é violentada pelo rapaz. Ou quando David Morre por causa de uma doença pulmonar, e em seu “velório” transforma-se em um “mordedor” que quer devorar sua filha Tara*,ela é salva por phill que é condenado, mesmo que inconscientemente pela moça. Partes intrigantes que vagam entre o terror e os sentimentos de ética e moral também fazem parte do livro.
No entanto, falta um aspecto mais humano no livro. Embora existam alguns esboços de sentimento, fica uma atmosfera fria de sobrevivência, até mesmo entre a jovem Penny e seus provedores. Um elemento que deveria ser melhor trabalhado. Penny é o cento de toda a motivação da família Blacke , e os sentimentos de proteção são inexplorados, também falta ao livro uma narrativa que prenda o leitor, os fatos de zumbis, em um dado momento, tornam-se repetitivos e sem graça, bem como as ameaças que giram em torno de Zumbis e Bandidos.
É um bom livro para as horas de distração ou para substituir a TV nas horas de folga .
Nota: O conteúdo deste resenha é pessoal e não-cientifico .
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